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Pedagogia Experiencial



Pedagogia Experiencial é um processo de coeducação e pode ser efetivado principalmente ao ar livre.

Os participantes são orientados a viverem experiências, que na maioria das vezes são, inclusive, de resolução de problemas, fora de seu ambiente cotidiano em um trabalho individual ou em grupo. São propostos desafios a serem superados, visando preparar os participantes para a vida pessoal e profissional.

Através das vivências na Pedagogia Experiencial pode-se observar mudanças de comportamento, indicando que este método pode vir a contribuir para as intervenções em Terapia Ocupacional no processo de desenvolvimento humano.


Pedagogia experiencial e "Mudanças"

Nós vivemos em constante movimento e consequentemente destinados às mudanças, porém, algumas pessoas não se permitem absorvê-las e assim complementar o seu desenvolvimento, atender uma nova demanda, modernização ou ainda pelo simples fato de uma decisão involuntária, mas necessária.

Segundo estudos aprofundados nesta questão, para aceitar as mudanças é preciso abstrair-se e aprender. Esta aprendizagem é baseada em pesquisa e integração de uma nova informação nas estruturas já existentes em uma pessoa, que vai resistir a "aceitação" de uma nova informação sem significado.

Assim sendo, procurar significado para as coisas inovadoras, a fim de aceitar as mudanças e conceitos pré-existentes e permiti-las, podem ser frutos de uma aprendizagem vivencial na qual se fomentam, além dos conflitos positivos, integração, união, comprometimento, a contemplação de resultados, vitórias, conquistas e a satisfação pessoal em superar obstáculos.


Dissonância Cognitiva ou mecanismos de defesa e atividades

Confluência de crenças, traumas ou conflito de informações são bloqueadores ou inibidores das ações e realizações, ou ainda impeditivas quanto ao desempenho humano.

Em nossos programas que envolvem meio líquido (água) por exemplo, verificamos a resistência de alguns indivíduos, que mesmo sabendo que estará seguro, pois estará vestindo colete salva-vidas, acompanhado de barco de apoio e demais equipamentos e procedimentos de segurança, insiste em não realizar por medo ou dissonância.

Assim sendo, desenvolvemos ferramentas experienciais utilizando atividades seguras, que tem como fundamento:

A relação dissonante: que visa substituir uma ou mais crenças, opiniões ou comportamentos, que estejam envolvidos na dissonância, por novas informações, crenças ou experiências positivas, que irão aumentar a consonância (relação consonante).

A relação irrelevante: que propõe "esquecer" ou reduzir a importância das cognições que mantém a dissonância, tornando possível a aceitação das atividades seguras e, consequentemente, a cognição de "eu quero", "eu posso" e "eu consigo".


As uvas e a raposa - Fábula de Aesop (564 AC)

A raposa encontra algumas uvas e quer comê-las. Quando se vê incapaz de pensar numa maneira de alcançá-las, decide que não vale a pena comê-las, com a justificativa de que devem ser azedas ou não estão maduras provavelmente!

Esta história deu origem à frase: "Uvas verdes", que retratam este pensamento.

Moral da história: "Qualquer tolo pode desprezar o que não pode ficar ou alcançar".

Segundo o filósofo e premiado cientista cognitivo Jon Elster, isto resulta na formação das preferências adaptativas: "Um deseja algo, considera inatingível e reduz a própria dissonância por criticá-lo".

Segundo o Professor Ricardo Faro, diretor da Selva Aventura, as atividades vivenciais fomentam que: "Os valores e as crenças dos colaboradores têm que bater com as metas e objetivos das empresas", caso contrário afetará diretamente os resultados esperados pelos empreendimentos.
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